Fiz uma viagem para as cidades históricas de Minas Gerais, visitei Ouro Preto, Mariana e Tiradentes, foram 7 dias de viagem fui do Rio de Janeiro primeira parada em Ouro Preto e depois contratei uma empresa que fazia o pacote para as cidades históricas.
https://funny-tooth.com/d.mLF_zWdqGdNivNZgGvUs/ye-m/9GuEZlUblTkKPqT/cM0kM/DsMqyeMKzKcetYNrzrQZwGMOz/Ir0TMqQSFui de ônibus peguei na Rodoviária do Rio e saltei em Ouro Preto, eu gostei muito da viagem conheci as cidades históricas de Minas, as minas antigas e comi a comida mineira.
Fiquei hospedada numa pousada no centro de Ouro Preto a pousada Turismo um casarão histórico muito bonito, fui no centro histórico de city tour e conheci as outras cidades. Veja como fazer Veja o city tour aqui
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Eu achei as cidades bem tranquilas é uma viagem boa para ir com a família e amigos, passa por muitas igrejas antigas do tempo do Brasil colônia. Se gosta de viajar conheça esse outro artigo https://vibeboalifestyle.blog/2026/08/29/viagem-para-o-litoral-de-sao-paulo/
Vou deixar meu roteiro que foi assim:
city tour por Ouro Preto dias um e dois
dias três e quatro city tour Mariana
cinco e seis Tiradentes
dia sete comidas típicas mineira e cachaças
Vou deixar outro roteiro para vocês um roteiro alternativo das cidades históricas:
Este é um roteiro alternativo de 7 dias pelas Cidades Históricas de Minas Gerais, planejado para quem deseja fugir do óbvio. Em vez de focar apenas nos pontos turísticos tradicionais e superlotados, este itinerário explora vilarejos pacatos, rotas de ecoturismo, ateliês de arte contemporânea oculta, culinária de quintal e segredos do Barroco que a maioria dos turistas deixa passar.

Visão Geral do Roteiro
O circuito foi desenhado de forma linear e estratégica para otimizar o tempo de deslocamento, misturando o charme colonial com a calmaria da vida no campo.
- Dia 1: Belo Horizonte a Catas Altas – O Barroco aos pés da Serra do Caraça
- Dia 2: Catas Altas e Santuário do Caraça – Misticismo e lobos-guará
- Dia 3: Congonhas a Ouro Branco – O Caminho Velho e a Estrada Real alternativa
- Dia 4: Lavras Novas e Chapada – Os vilarejos escondidos de Ouro Preto
- Dia 5: Mariana a Mariana Alternativa – Mina da Passagem e os distritos de rampa
- Dia 6: Tiradentes (Lado B) e Bichinho – Artesanato, silêncio e alta gastronomia caipira
- Dia 7: São João del-Rei a Carrancas – A transição para a terra das cachoeiras
Day 1 & 2: Catas Altas e Caraça
Day 3 & 4: Congonhas e Ouro Branco
Day 5 & 6: Lavras Novas e Mariana
Day 7: Bichinho e Carrancas
Resumo Logístico e Orçamento Estimado
Antes de colocar o pé na estrada, confira a tabela comparativa de deslocamentos e gastos médios previstos para duas pessoas.
| Categoria | Descrição | Custo Estimado (Casal) |
|---|---|---|
| Aluguel de Carro | Carro econômico com motor 1.0 ou 1.6 (essencial para as ladeiras e estradas de terra). | R$ 1.050,00 (7 diárias) |
| Combustível | Estimativa de 800 km rodados entre os circuitos e distritos. | R$ 450,00 |
| Hospedagem | Pousadas boutique charmosas ou hospedagens domiciliares (guesthouses). | R$ 2.400,00 (6 noites) |
| Alimentação | Almoços em fogão a lenha e jantares em restaurantes contemporâneos regionais. | R$ 1.800,00 |
| Entradas / Guias | Taxas de preservação, igrejas, parques naturais e guias locais. | R$ 400,00 |
| Total Estimado | Circuito Alternativo de 7 Dias | ~ R$ 6.100,00 |
O Roteiro Detalhado: Dia a Dia
Dia 1: Belo Horizonte Catas Altas
O Barroco intocado aos pés da Serra do Espinhaço
A maioria dos viajantes sai de Belo Horizonte direto para Ouro Preto pela movimentada e perigosa BR-040. Nosso roteiro alternativo começa pegando o sentido oposto em direção ao Circuito do Ouro, margeando a imponente Serra do Caraça. O destino é Catas Altas, uma joia colonial incrivelmente preservada e muito menos badalada que suas vizinhas.
Cronograma do Dia
- 08:30 – Saída de Belo Horizonte: Pegue a BR-381 e depois a MG-436. O trajeto leva cerca de 2 horas. As vistas da serra começam a se abrir no horizonte.
- 11:00 – Chegada e Check-in: Instale-se em uma das pousadas de pedra da cidade.
- 11:30 – Caminhada pelo Centro Histórico: Catas Altas parece um cenário de cinema. Suas ruas são largas, calçadas com pedras irregulares e emolduradas pelo paredão da serra. Visite a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, uma obra-prima do barroco que guarda esculturas atribuídas a Aleijadinho e pinturas que nunca foram finalizadas, dando um ar rústico e misterioso ao templo.
- 13:00 – Almoço de Raiz: Vá ao restaurante Histórias de Taberna. Peça o tradicional Frango ao Molho Pardo ou a Costelinha com Ora-pro-nóbis, uma hortaliça icônica da região.
- 15:00 – Bicame de Pedra: Dirija por 10 minutos até as ruínas do Bicame de Pedra. Construído por escravizados no século XVIII, este imenso aqueduto de pedra estendia-se por quilômetros para canalizar água até a extração de ouro. É um monumento arqueológico impressionante e pouco visitado, ideal para fotos ao pôr do sol.
- 18:00 – Degustação de Vinho de Jabuticaba: Catas Altas é famosa pela produção artesanal do “vinho” (licor fermentado) de jabuticaba. Visite a associação de produtores locais para provar a bebida.
Dia 2: Catas Altas Santuário do Caraça
Misticismo, trilhas coloniais e o Lobo-Guará
O segundo dia é dedicado à imersão espiritual, histórica e ecológica no Santuário do Caraça, um complexo arquitetônico e reserva natural localizado em uma cratera profunda da Serra do Espinhaço.
[Catas Altas] === (25 min de carro) ===> [Portaria do Caraça] === (Trilhas a pé) ===> [Cachoeiras e Ruínas]Cronograma do Dia
- 08:00 – Café da manhã mineiro: Broa de fubá raspada do tacho, queijo minas artesanal chapeado e café passado na hora.
- 09:00 – Deslocamento para o Caraça: A estrada que liga Catas Altas ao Santuário é cênica. Na portaria, paga-se uma taxa de preservação ambiental.
- 10:00 – Exploração do Complexo: Visite a Igreja de Nossa Senhora de Mãe dos Homens, a primeira igreja neogótica do Brasil, que abriga uma tela original do pintor holandês Ataíde e um órgão de tubos francês belíssimo. Caminhe pelas ruínas do antigo colégio que foi destruído por um incêndio em 1968.
- 11:30 – Trilha para a Cascatinha: Uma caminhada leve de 2 km (nível fácil) leva à Cascatinha, uma sequência de quedas d’água com poços de água avermelhada devido ao ferro e à matéria orgânica da serra. É um banho revigorante e terapêutico.
- 13:30 – Almoço no Refeitório dos Padres: Uma experiência única. O almoço é servido no imenso refeitório de pedra do santuário, com comida caseira feita em fogão a lenha gigante. O silêncio do local é quebrado apenas pelo som dos pássaros.
- 15:30 – Trilha do Banho do Belchior: Se tiver fôlego, faça esta trilha alternativa e menos movimentada para encontrar poços de águas cristalinas escondidos na mata densa.
- 18:30 – A Espera do Lobo-Guará: O ápice do Caraça. Fique no adro da igreja. Há décadas, os padres sobem as escadarias à noite portando bandejas de carne para alimentar os lobos-guará selvagens que descem da serra. É um espetáculo de respeito à fauna e silêncio absoluto. Nota: Os lobos são livres, portanto a aparição não é 100% garantida, mas ocorre na maioria das noites.
- 20:30 – Retorno para Catas Altas para pernoite.

Dia 3: Catas Altas Congonhas Ouro Branco
O Barroco Dramático e a Estrada Real Esquecida
Deixamos a região do Caraça para cruzar em direção ao Caminho Velho da Estrada Real. Passaremos por Congonhas de forma cirúrgica para ver o essencial e dormiremos na pacata Ouro Branco, uma cidade que guarda segredos coloniais por trás de sua fachada industrial moderna.
Cronograma do Dia
- 07:30 – Pé na estrada: Saída precoce em direção a Congonhas (cerca de 1h45 de viagem).
- 09:30 – Os Profetas de Aleijadinho (Congonhas): Suba direto ao Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Concentre-se nos 12 Profetas esculpidos em pedra-sabão por Aleijadinho no adro da igreja. A dica alternativa aqui é visitar as Capelas dos Passos da Paixão bem cedo, prestando atenção nas expressões teatrais e grotescas das imagens de madeira policromada, que revelam a genialidade perturbada do mestre barroco.
- 11:30 – Museu de Congonhas: Um espaço moderno e muito interativo que contextualiza a obra do Aleijadinho e o fenômeno do ex-voto (promessas e milagres). Pouca gente entra, prefira visitá-lo para entender profundamente o Barroco.
- 13:00 – Almoço de Estrada: Saia de Congonhas em direção a Ouro Branco pela rodovia MG-129. Pare no caminho em algum restaurante de beira de estrada que sirva Tutu à Mineira legítimo.
- 15:00 – Chegada a Ouro Branco e Rota das Fazendas: Visite a Igreja Matriz de Santo Antônio de Ouro Branco, uma das mais antigas de Minas, com o teto pintado por Mestre Ataíde. Em seguida, pegue um pequeno trecho de terra até o Sítio Arqueológico do Carreiro, uma antiga rota de escoamento do ouro onde ainda se veem os calçamentos originais feitos por escravizados.
- 17:30 – Pôr do Sol na Serra de Ouro Branco: Suba de carro até o topo da serra. O visual dos vales profundos rasgados pela névoa do fim do dia é de tirar o fôlego.
- 20:00 – Jantar: Hospede-se e jante na região periférica da serra, onde pequenas pousadas servem caldos mineiros e cachaças envelhecidas em tonéis de bálsamo.
Dia 4: Ouro Branco Lavras Novas Chapada
O refúgio nas nuvens e o isolamento cultural
Esqueça o trânsito e o barulho de Ouro Preto. Hoje entraremos nos distritos serranos mais charmosos e escondidos da região: Lavras Novas e o minúsculo vilarejo da Chapada.
[Ouro Branco] === (Subida da Serra) ===> [Lavras Novas] === (Estrada de terra) ===> [Vilarejo da Chapada]Cronograma do Dia
- 08:30 – Travessia da Serra: Saída de Ouro Branco subindo a estrada parque. A rota até Lavras Novas é repleta de curvas fechadas e mirantes naturais.
- 09:30 – Chegada a Lavras Novas: Esse vilarejo colonial fica no topo de uma montanha, frequentemente coberto por uma névoa densa (o famoso “ruço”). Caminhe pela rua principal de paralelepípedos, observando as casinhas coloridas e os ateliês de artesanato em taquara e ferro.
- 10:30 – Trekking até o Mirante da Pedra: Uma caminhada curta leva à Pedra do Namorado, que oferece uma vista panorâmica deslumbrante do Parque Estadual do Itacolomi.
- 12:30 – Almoço Contemporâneo Caipira: Lavras Novas desenvolveu um polo gastronômico excelente. Procure pelo restaurante Pierina Bistro ou similares, que misturam técnicas francesas com ingredientes locais como queijo canastra, lombo e mel de engenho.
- 14:30 – O Segredo da Chapada: Pegue o carro e siga por uma estrada de terra batida de 5 km até o vilarejo vizinho chamado Chapada. Este lugar é o verdadeiro retrato da Minas Gerais de antigamente: pouquíssimos habitantes, uma igrejinha branca isolada no centro de uma praça gramada e moradores sentados na janela vendo o tempo passar.
- 15:30 – Cachoeira do Castelinho: Uma trilha fácil a partir da Chapada leva a esta queda d’água charmosa que deságua em poços perfeitos para banho, cercada por paredões de quartzito.
- 18:00 – Noite de Jazz e Caldos: Volte para Lavras Novas. À noite, os bares locais costumam oferecer música ao vivo (blues e jazz) em ambientes aquecidos por lareiras, combinando perfeitamente com o clima frio de montanha.
Dia 5: Mariana Distritos de Rampa (Santa Rita durão)
A rota profunda do ouro e o Barroco Rural
Mariana é frequentemente visitada apenas por algumas horas após Ouro Preto. Neste dia, faremos o oposto: exploraremos as entranhas profundas de Mariana e entraremos em seus distritos rurais, ricos em história e desprovidos de turismo de massa.
Cronograma do Dia
- 08:00 – Viagem para Mariana: Saída de Lavras Novas em direção a Mariana.
- 09:00 – Mina da Passagem: Localizada entre Ouro Preto e Mariana, é a maior mina de ouro aberta à visitação do mundo. A descida até as galerias subterrâneas inundadas é feita a bordo de um antigo carrinho de mineração (trole) do século XIX. Lá dentro, o lago de águas cristalinas formado pelo lençol freático cria uma atmosfera surreal.
- 11:00 – O Centro Histórico Escondido de Mariana: Vá além da Praça de Minas Gerais. Visite o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra, que guarda um acervo riquíssimo de pratarias e esculturas coloniais, e a Igreja de São Francisco de Assis, apreciando os túmulos esculpidos no chão do templo.
- 13:00 – Almoço no Restaurante Engenho do Chopp: Pratos fartos da culinária tradicional servidos em panelas de pedra-sabão.
- 14:30 – Rota para Bento Rodrigues e Santa Rita Durão: Pegue a estrada em direção aos distritos do norte. Essa região guarda o “Barroco Rural”. As capelas de vilarejos como Camargos e Santa Rita Durão possuem retábulos primitivos em madeira que revelam a fé do homem do campo daquela época, longe do luxo das matrizes ricas.
- 17:00 – Café com Prosa: Pare em uma das pequenas mercearias de distrito para tomar um café de coador com broa de queijo e conversar com os moradores locais, guardiões de causos e lendas coloniais.
- 19:30 – Retorno para pernoite em Mariana ou Ouro Preto.

Dia 6: Mariana Bichinho (Vitoriano Veloso) Tiradentes
Do artesanato bruto à gastronomia de quintal
Deixamos a região Central e cruzamos em direção ao Campo das Vertentes. Nosso foco não será o centrinho badalado de Tiradentes, mas sim o seu entorno rural, focado em arte e gastronomia de quintal.
Cronograma do Dia
- 07:30 – Deslocamento para o Campo das Vertentes: Viagem de aproximadamente 2 horas e meia pela BR-381/BR-265.
- 10:30 – Chegada Direta ao Bichinho (Vitoriano Veloso): Este distrito de Prados fica a apenas 8 km de Tiradentes por uma estrada calçada de pedras rústicas. Bichinho é um polo efervescente de artesãos. Esqueça as lojas comerciais e entre direto nas oficinas mecânicas transformadas em ateliês, onde troncos de demolição viram esculturas de santos e chapas de ferro velho transformam-se em flores ornamentais.
- 11:30 – Casa Torta: Pare para uma foto divertida na famosa Casa Torta, uma construção lúdica e pitoresca que funciona como centro cultural infantil e galeria de arte.
- 13:00 – O Almoço Mais Famoso da Região: Vá ao restaurante Tempero da Ângela no Bichinho. O sistema é self-service direto no fogão a lenha, com preço fixo e baixíssimo. A comida é considerada uma das expressões mais autênticas da culinária caipira mineira: frango com quiabo, umbigo de banana com carne moída, torresmo crocante e uma mesa repleta de doces caseiros de sobremesa.
- 15:00 – Entrada Alternativa em Tiradentes: Faça o check-in na sua pousada. Em vez do Largo das Forras (praça principal), faça uma caminhada pelo Bosque da Matriz ou suba o Caminho da Cartuxa, uma antiga via sacra sombreada por árvores centenárias que oferece silêncio e paz.
- 16:30 – Igreja Matriz de Santo Antônio: Vá no final da tarde, quando a luz do sol poente bate na fachada projetada por Aleijadinho. O interior é um dos mais ricos em ouro do país. Fique atento ao belíssimo órgão setecentista trazido de Portugal.
- 19:30 – Jantar Contemporâneo: Tiradentes é a capital gastronômica de Minas. Para uma experiência refinada, reserve uma mesa no Restaurante Angatu, onde o chef cria releituras contemporâneas espetaculares utilizando ingredientes sazonais de pequenos produtores locais da Serra de São José.
Dia 7: São João del Rei Carrancas
O Barroco Musical e o Desfecho nas Águas Sagradas
No último dia, faremos uma transição abrupta e mágica: sairemos das pedras históricas barrocas para entrar no paraíso místico das cachoeiras e grutas de quartzito do sul de Minas.
Cronograma do Dia
- 08:30 – Visita Rápida a São João del-Rei: Cidade vizinha a Tiradentes. Vá direto à Igreja de São Francisco de Assis, famosa por seu adro circular emoldurado por palmeiras imperiais gigantes. Se tiver a sorte de ser domingo, você ouvirá os sinos da cidade conversando através da tradicional “linguagem dos sinos” e poderá assistir a uma missa acompanhada por música barroca ao vivo executada pela secular Orquestra Ribeiro Bastos.
- 10:30 – Estrada para Carrancas: Siga pela BR-265 em direção ao sul (cerca de 1h30 de viagem). A paisagem muda drasticamente, abrindo espaço para colinas suaves e paredões rochosos verticais.
- 12:00 – Chegada a Carrancas e Almoço: A cidade preserva o clima pacato do interior profundo. Almoce no restaurante Massaroca, focado em comida naturalista com ingredientes colhidos na região.
- 13:30 – Complexo da Zilda: Este é o circuito alternativo mais impressionante de Carrancas. Visite o Escorregador da Zilda (uma rampa de pedra lisa natural onde é possível deslizar até um poço fundo de água cristalina) e caminhe por dentro do cânion até a Cachoeira dos Anjos. O cenário exala uma energia mística e selvagem, muito diferente do contexto colonial dos dias anteriores.
- 16:00 – Complexo do Grão Mogol: Se o tempo permitir, visite este complexo para ver formações rochosas esculpidas pela água ao longo de milhões de anos, criando piscinas naturais suspensas de cor âmbar.
- 18:00 – Despedida com Pôr do Sol no Monte de Carrancas: Suba ao mirante natural da cidade para assistir ao sol mergulhar atrás das montanhas de Minas Gerais, encerrando uma jornada profunda, espiritual e fora dos circuitos tradicionais.
Dicas de Sobrevivência para o Viajante Alternativo
- Escolha do Carro: Evite carros excessivamente baixos. Os acessos para a Chapada, Bicame de Pedra e os complexos de Carrancas envolvem estradas de terra batida que podem ter costelas de vaca e valetas após chuvas.
- Calçados: Esqueça sapatos com salto ou solados lisos. As pedras “pé de moleque” de Catas Altas, Mariana e Tiradentes são extremamente escorregadias. Use tênis de trilha ou botas de caminhada com boa aderência.
- Dinheiro em Espécie: Embora o Pix e cartões sejam amplamente aceitos, em distritos isolados como a Chapada ou no refeitório do Caraça, o sinal de internet pode oscilar bastante. Leve sempre uma quantia em dinheiro para emergências.
- Respeito ao Silêncio: O Santuário do Caraça e os distritos rurais mantêm uma forte tradição de silêncio e recolhimento a partir das 22h. Respeite as regras locais para vivenciar a verdadeira essência da paz mineira. Se não quer passar perrengue tenha um seguro viagem veja aqui https://www.compararsegurodeviagem.com.br/?afl=jairabeletable&utm_source=afl&utm_medium=afl&utm_campaign=afl&utm_content=jairabeletable
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